FMC registrou prejuízo de US$ 281 milhões no primeiro trimestre de 2026, ante perda de US$ 15,5 milhões no mesmo período do ano anterior. A receita caiu 4%, para US$ 759 milhões, pressionada por queda de 6% nos preços, custos mais altos de matérias-primas e efeitos fiscais. Na América Latina, a receita recuou de US$ 207 milhões para US$ 177 milhões, refletindo maior competição e preços mais baixos no mercado de defensivos. (FMC Corporation)
Adama, controlada pelo Syngenta Group, registrou lucro líquido de US$ 82 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 289% ante o mesmo período de 2025. A receita cresceu 3,7%, para US$ 1,037 bilhão, com aumento de volumes e queda de preços. Na América Latina, as vendas recuaram 2%, para US$ 144 milhões; no Brasil, a empresa citou leve queda na receita, com preços significativamente menores e maiores volumes. (Adama)
Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária da Argentina e a Faculdade de Ciências Agrárias de Balcarce desenvolveram protocolo para medir deriva em aplicações de agroquímicos com drones. A metodologia adapta normas internacionais e permite gerar dados comparáveis sobre deslocamento de gotas fora do alvo, considerando fatores como altura de voo, velocidade do equipamento, tamanho de gota, vento, temperatura e umidade. (INTA)
Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina oficializou a Resolução nº 373/2026, que atualiza as regras de rotulagem de produtos fitossanitários conforme diretrizes do Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. A norma redefine as informações obrigatórias em embalagens, rótulos e bulas, incluindo critérios de identificação, precauções de uso, recomendações de aplicação e comunicação de perigos. (Senasa)
Fiscalização em Entre Ríos, na Argentina, encontrou trabalhadores rurais vivendo em moradias precárias feitas com silo bolsas e consumindo água armazenada em galões de agroquímicos. A operação foi conduzida pela Secretaria do Trabalho, com apoio da Agência de Arrecadação e Controle Aduaneiro e da União Argentina de Trabalhadores Rurais e Estivadores. Também foram identificados trabalhadores sem registro formal. (Secretaria do Trabalho de Entre Ríos)
Moradores de Tandil, na Argentina, protestaram contra a atualização da norma que regula a aplicação de agroquímicos no município. O grupo, sob o lema “Parem de nos fumigar”, pediu que a nova norma não fosse votada antes da escuta das reivindicações da população. A sessão foi adiada para permitir nova reunião com vereadores. (Concejo Deliberante de Tandil)
Conforme noticiado anteriormente, o Serviço Agrícola e Pecuário do Chile anunciou que passaria a exigir aviso prévio de pelo menos 48 horas aos apicultores próximos antes da aplicação de pesticidas classificados como moderadamente tóxicos para abelhas. A exigência agora entrou em vigor em 26/04, no âmbito da implementação da Lei Apícola, e se soma à obrigação já vigente para produtos muito tóxicos. A notificação deve ser feita por meio comprovável, como e-mail, mensagem de texto ou comunicação escrita. (SAG)
México reformou o regulamento PLAFEST (Plaguicidas, Fertilizantes y Sustancias Tóxicas), que disciplina o registro, a importação e a exportação de pesticidas, nutrientes vegetais e substâncias perigosas. As mudanças incluem a criação da categoria de “novo produto químico agrícola”, proteção por 10 anos de dados técnicos de segurança e eficácia, e exigência de comprovação junto à Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários quando houver patente vigente no país. A medida altera a estratégia regulatória para empresas que pretendem registrar novas moléculas. (IKAN Consultores)
Grupo Agrollano inaugurou loja em San Carlos, em Cojedes, Venezuela, ampliando oferta de insumos agrícolas e agroquímicos com apoio do Estado venezuelano. A iniciativa inclui fornecimento de insumos, financiamento e assistência técnica, com foco em culturas estratégicas como milho e arroz, visando fortalecer a produção regional e garantir preços mais acessíveis aos produtores. (Agrollano)


